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A primeira tentativa de conquista da cidade por D. Afonso Henriques deu-se em 1142. Esta tentativa saiu gorada e nova oportunidade só surgiu a 16 de Junho de 1147 quando uma frota de 160 navios, transportando 12 a 13 mil cruzados, atracou no Porto. O Bispo apresentou-lhes um convite para auxiliarem o monarca na conquista de Lisboa. Foram acordadas as condições e, a 28 de Junho a frota de alemães, ingleses, normandos e galeses, entre outros, pôs cerco à cidade. Juntou-se-lhes D. Afonso Henriques com cerca de 5 mil homens. O cerco de Lisboa dependia fortemente da presença dos cruzados pela própria constituição do exército Português da época (semelhante de resto aos restantes exércitos medievais). Este era composto por uma elite de cavaleiros provenientes da nobreza e pelos seus vassalos que combatiam como infantaria e que não eram soldados profissionais. Uma vez que um cerco exigia combates apeados no interior de cidades e longos períodos de espera, a cavalaria servia apenas para contrariar contra-ataques fora das muralhas, tendo os cavaleiros que desmontar para combater nas fortificações e ruas estreitas de Lisboa e sendo a infantaria mal treinada de pouco valor militar. Por isso, a adição à hoste de um grande número de soldados profissionais, capazes de combater montados ou não, e imbuídos de um espírito de cruzada contra o Islão, era fortemente aplaudida. Após o desembarque, ocorreram escaramuças e a cidade foi intimada a render-se. Foram então conquistadas as zonas ocidental e oriental (actual Baixa) fora da muralha, tendo sido encontradas na última, grandes reservas de alimentos. Os quinze dias seguintes foram de expectativa tendo ocorrido alguns encontros dos quais resultaram baixas para ambos os lados. Seguiu-se a tentativa de construção de engenhos de cerco. Alemães e ingleses construíram duas torres de assalto e os flamengos construíram cinco catapultas. Os ataques lançados foram infrutíferos, resultando deles a destruição de alguns dos engenhos. O período seguinte foi de espera até que, no final de Agosto, foi capturado um batel no qual alguns Mouros iam pedir auxílio ao alcaide de Évora, declarando que na cidade se passava fome. Preparou-se então novo ataque com a construção de uma mina sob as muralhas, bem como nova torre. Entretanto os cruzados realizaram um ataque a Sintra e outro a Almada, matando centenas de pessoas e expondo às muralhas algumas cabeças espetadas em lanças. A torre acabou por ter um uso limitado, não conseguindo o assalto ao castelo e a mina escavada fez cair parte da muralha a 17 de Outubro, mas a brecha foi fortemente defendida. Devido à fome, a cidade rendeu-se a 21 de Outubro, mas por causa de discussões respeitantes ao saque, D. Afonso Henriques só entrou em Lisboa a 25 de Outubro.
NOTA: D. AFONSO HENRIQUES, O MAIOR PORTUGUÊS DE SEMPRE, APENAS FALHOU NUMA COISA, OU SEJA, DEVERIA TER PARADO EM RIO MAIOR DEIXANDO A MOURAMA PARA OS MOUROS
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